para um estudo mais aprofundado sobre a roda de cores, é necessário expandí-la para um corpo tridimensional: a esfera. Nessa esfera, desenvolvida por Philipp Otto Runge, os tons da roda de cor mostrada no tópico anterior, se localizam no Equador. Esses são os tons em suas saturações ( ou purezas) máximas.
Em um dos polos se localiza o branco, enquanto no outro o preto. A esfera é então dividida em paralelos.
Ao se montar essa esfera lembre-se que as cores do equador por estarem puras, não possuem a mesma luminosidade . assim, no amarelo, por exemplo, os tons intermediários entre ele e o branco, serão muito mais próximos ao amarelo puro (variam muito menos entre si), do que os tons que intermediários entre ele o preto. Já no violeta os tons intermediários entre ele e o preto serão muito mais próximos ao tom original do que os intermediários entre ele e o branco.
é importante notar que na esfera, consegue-se trabalhar com os 3 componentes das cores: o tom, a luminosidade e a saturação. Assim, em torno do equador da esfera, há a mudança de tom, de um polo ao outro ocorre a variação na luminosidade das cores. e, por fim, quando se vai em direção ao centro da esfera, diminui-se a saturação das cores assim, quanto mais próximo do núcleo da esfera, mais próximo ao cinza esse tom se torna.
Com a esfera, é possível se estudar a relações entre diferenters cores, tons complementares, relações entre tons cromáticos e não cromáticos (cinza, preto, branco).
imagem feita por Mike Horvath e retirada da wikipedia.

Escrito por Danton